TEMPESTADE MENTAL

[ Quinta-feira, Setembro 21, 2006 ]


À G:.D:.G:.A:.D:.U:.

Olá pessoal,

Desta vez quero mostrar o que é a Maçonaria nos Estados Unidos, mas, em vez de lenga-lenga, estou postando um filme tirado do excelente site Youtube.



Espero que tenham gostado e comentem...

Fraternos abraços a todos.
Guarda do Templo [11:07 PM]

Comments:

[ Segunda-feira, Dezembro 26, 2005 ]


À G:.D:.G:.A:.D:.U:.

Olá pessoal,

Os últimos raios de luz de 2005 cintilam em nossos céus... Mais um ciclo que se completa... "Mais um ano de vida, Menos um ano de vida". É a marcha implacável do Tempo...

Momento certo para revermos tudo o que foi feito, reavaliarmos nossas vidas, traçarmos nossas metas... Antes, porém, que se esvaia, permitam-me agradecer a todos que por aqui passaram deixando seus comentários.

Aos Irmãos, "Irmãs", Cunhadas e Sobrinhos, devo dizer que, ao encontrar suas palavras de incentivo e sugestões, transportei-me ao interior de nossos Templos no exato momento em que nosso Irmão Orador declara: - "Oh, quão bom e quão suave é que os Irmãos convivam em união! É como o bálsamo derramado na cabeça, que desce sobre a barba de Aarão, que desce sobre a orla de suas vestes; É como o orvalho do Hermom, que desce sobre o Monte Sião; porque ali enviou o Senhor bênção, e vida para sempre". A todos vocês, minha gratidão e o convite para que sempre voltem.

Muitos outros houve (vou chamá-los de "Profanos", pelo simples fato de ainda não terem sido iniciados em nossos Augustos Mistérios), que também deixaram seus recados. A estes, quero dizer que, também me estimularam com suas argüições, a pesquisar e continuar a difundir a mensagem da Maçonaria, que é a de combater a tirania, a ignorância, os preconceitos e os erros; glorificar o Direito, a Justiça e a Verdade, levantando Templos à Virtude e cavando Masmorras ao vício.

Finalmente, como não poderia deixar de ser, houve o grupo dos contestadores radicais. Aqueles que sem conhecer a Ordem, seus princípios e seus objetivos, levianamente a atacam. A estes, vou responder como o fiz para o Sr. Jaderson, (que infelizmente deixou um endereço de e-mail falso - o que não é de se estranhar), de qualquer forma, caso ele volte, ou hajam aqui leitores que pensem como ele, aqui fica minha resposta:

Olá Sr. Jaderson,

Estou lhe escrevendo para agradecer o comentário que deixou em meu Blog o Tempestade Mental.

Sinto que a mensagem que encontrou por lá não tenha tocado o seu coração, mas a Humanidade é assim mesmo, heterogênea. Nem o próprio Jesus agradou a todos, não é? Então... quem sou eu para almejar tal façanha? De qualquer forma, o objetivo principal da Maçonaria não é promover proselitismo religioso, tanto que aceita em seus Templos homens de todas as religiões, virtuosos e "livres" de preconceitos. Homens que entenderam que o que pretende esta Sublime Instituição, é tornar feliz a Humanidade pelo amor, pelo aperfeiçoamento dos costumes, pela tolerância, pela igualdade e pelo respeito à autoridade e crença de cada um, sem preconceitos de raças nem de fronteiras.

Ao ler o conteúdo de sua mensagem, percebo que da Maçonaria o Sr. não conhece absolutamente nada, e portanto comete o grave erro da maledicência, além de violar frontalmente o 9º Mandamento: "Não darás falso testemunho contra teu próximo". Assim, meu caro, procure rever os seus conceitos, aliás estamos vivendo um período muito apropriado para isto!

Sugiro que comece, tirando todo o ódio do seu coração... O ódio, esse sentimento perverso nos priva inclusive da capacidade que nos diferencia dos animais, o raciocínio lógico... Senão vejamos:

..."Essas coisas são como mel uma teia de aranha bem tecida,onde as moscas perdem a vida"
Mel em teia de aranha??? Muito exótico isto!!! Aranhas não produzem mel!!!

..."Esse teatro que é a massonaria e muitas religiões que levam o homem a querer fazer o papel de DEUS,não o consegue fazer o mínimo que é vc conhecer a si próprio,lapidar o seu caráter"...
... "o homem tem que se colocar no seu devido lugar de criatura e ser humilde p/ admitir a sua pequenez perante o criador.Todos que fracassaram foram aqueles que tentaram sozinhos carregar os seu problemas..."


Acho que quis dizer Maçonaria (Maçom do francês: significa "Construtor").
Para ingressar na Ordem, é necessário que o pretendente creia em Deus (a que chamamos de Grande Arquiteto do Universo). Assim o denominamos exatamente para evitar constrangimentos com irmãos que preferem chamá-lo de Alá, Jeová, Krischna, Buda, ou qualquer outra denominação.
Por reconhecermos nossas "limitações" de seres humanos, é que nos reunimos em nossos Templos, justamente para um estimular e amparar os outros, quando, porventura, se encontrem enfraquecidos pelos revezes da vida;

..." quantos renomados maçons não tem o seu nome envolvido em corrupção e escândalos,um grande ex é um ex governador de minas,que até estupro ele cometeu quando era deputado,fora os outros crimes,que estao "ocultos".

Mais uma vez o Sr. violenta o 9º Mandamento de Deus! Como já lhe disse, não nos compete "julgar" os atos de quem quer que seja! Pelo visto, se o Sr. se encontrasse há dois mil anos atrás reunido àquela turba que desejava apedrejar a pobre mulher, a história teria sido outra, não é mesmo??? Provavelmente teria peitado o próprio Mestre Jesus e lançado a primeira pedra.

Depois, como o Sr. mesmo afirma, trata-se de um EX.

Enfim, meu caro, não vou mais cansá-lo contra-argumentando. Como alguém já disse: "Não concordo com absolutamente nada do que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo".

Fraternalmente

Sabbag


P.S.:
Há... por favor... Não esqueça de reavaliar seus conceitos! Pois como "seguidor" do Mestre Jesus, o Sr. deixa muito a desejar.



Tenham todos um ótimo Natal e um excelente 2.006, repletos de Saúde, Prosperidade, Amor, Tolerância, Paz de Espírito e... (por que não?) muito dinheiro no bolso.

Guarda do Templo [10:01 PM]

Comments:

[ Sexta-feira, Novembro 04, 2005 ]


À G:.D:.G:.A:.D:.U:.

"Há quatro espécies de homens:

O que não sabe e não sabe que não sabe: é tolo - evita-o;

O que não sabe e sabe que não sabe: é simples - ensina-o;

O que sabe e não sabe que sabe: ele dorme - acorda-o;

O que sabe e sabe que sabe: é sábio - segue-o."

Guarda do Templo [12:26 PM]

Comments:

[ Quinta-feira, Abril 28, 2005 ]


À G:.D:.G:.A:.D:.U:.

Olá pessoal, tudo beleza? Espero que sim.

Pois é... Dias de grandes mudanças... Momento histórico! É a marcha implacável do Tempo...

Muito que se falar, porém o tempo... Cada vez mais curto!

Sinal de que as coisas estão melhorando, graças ao Grande Arquiteto do Universo.

Mas, quero aproveitar este momento para, a pedido de alguns leitores, completar as informações postadas anteriormente (para rever clique aqui), visto que solicitaram mais informações a respeito da Maçonaria e de como ingressar na mesma.

Em primeiro lugar importa destacar que a Maçonaria não é uma sociedade secreta, mas sim discreta. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão a venda em qualquer livraria. Seus Templos tem endereço fixo, seus estatutos e demais documentos são registrados em cartório. Ela é, portanto, uma sociedade esotérica e iniciática e, desta forma, os únicos segredos que a maçonaria conserva são as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem.

Isto posto, meus nobres, essencial é conhecer seus princípios e objetivos.



DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA GRANDE LOJA DO PARANÁ

01. A G:.L:.P:. tem por princípio: o amor a DEUS, à Humanidade, à Pátria e à família; por objetivo: pregar e propagar os sentimentos de Tolerância, Respeito e Amor Fraternal, que garantem a liberdade de consciência e a livre manifestação do pensamento, dentro da Moral e das leis democráticas do país, que permitirão com Virtude e Sabedoria, o alcance do ideal maçônico: A Paz Universal pela Confraternização dos Povos.

02. A G:.L:.P:. considera indispensável para admissão de membros nos quadros das Lojas jurisdicionadas e para permanência destas na sua obediência, a formal aceitação dos seguintes fundamentos:

a) A crença em DEUS;

b) O Sigilo;

c) A iniciação só de homens;

d) A caridade, a Beneficência e a Educação, como principais meios de combater a ignorância e o erro, em todas as suas manifestações.

03. A G:.L:.P:. não impõe nenhum limite à livre investigação da verdade e para garantir essa liberdade, exige de todos a maior tolerância.

04. A G:.L:.P:. é acessível aos homens de todas as raças, classes sociais, crenças religiosas e convicções políticas.

05. A G:.L:.P:. propugna combater a ignorância em todas as suas modalidades, constituindo uma escola que impõe este programa:

Obedecer às leis democráticas do País, viver segundo os ditames da Honra, praticar a Justiça, amar ao próximo e trabalhar incessantemente pela felicidade do gênero humano a conseguir a sua emancipação progressiva e pacificamente.

OS REQUISITOS

Caso tenha encontrado sintonia com estes princípios, quem pretender ingressar na Maçonaria deverá, ainda, verificar se possui, dentre outros, os seguintes requisitos básicos:

1. estar em pleno gozo da capacidade civil e ser maior de 21 anos;

2. ter bons costumes e reputação ilibada, sujeitando-se à verificação de tais requisitos em sindicância a ser feita;

3. ter inteligência e capacidade de discernimento suficientes para o entendimento e aplicação dos princípios maçônicos;

4. exercer profissão ou atividade lícita que lhe assegure a subsistência própria e a de sua família e lhe permita contribuir para as atividades maçônicas, dentro dos padrões médios da sociedade;

5. não ter processos criminais em curso, nunca ter sido condenado por crime infamante, a juízo da Maçonaria;
Nunca ter dado prejuízos a quem quer que seja e não ter dívidas vencidas;

6. estar quite com o serviço militar;

7. dominar o idioma brasileiro;

8. não estar preso a votos religiosos ou a quaisquer compromissos que o impeçam de manifestar livremente sua vontade;

9. não professar ideologias exóticas e contrárias aos princípios maçônicos, tais como o comunismo, o nazismo, o fascismo e assemelhadas;

10. Dispor de tempo para dedicar à Instituição Maçônica, principalmente para freqüentar as reuniões semanais, à noite. (Normalmente uma vez por semana das 20:00' às 22:00' horas).

Deve ainda estar preparado para:



AS EXIGÊNCIAS BÁSICAS

a) admitir a reformulação de seus conceitos sobre todas as coisas se, após participar de discussões livres, não convencer o grupo quanto às suas opiniões;

b) reconciliar-se com qualquer eventual inimigo que tenha e que venha a encontrar na Maçonaria, já que é absolutamente proibida a inimizade entre os Maçons;

c) ter sua vida particular examinada pela Maçonaria, que não tolerará desvios de conduta, exigindo comportamento exemplar e retidão de vida, no mundo profano, como se diz;

d) estar apto a ajudar, na medida de suas possibilidades, material ou espiritualmente, a quantos necessitem de ajuda, Maçons ou não;

e) renunciar à pregação religiosa ou política em Loja, já que é proibida a discussão político-partidária ou religiosa-sectária, uma vez que a Maçonaria não cuida de política partidária nem interfere na religiosidade dos seus membros, deles exigindo, apenas, que não sejam ateus libertinos e que admitam a prevalência do espírito sobre a matéria e creiam num Ente Superior, Deus, que é pelos Maçons denominado GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO.

OS CONTATOS

Normalmente, o interessado deve procurar um amigo, que saiba ser Maçom, e solicitar-lhe que o proponha à entrada na Maçonaria. Tal amigo estará apto a julgar, de início, se é viável ou não a pretensão, pois, tendo conhecimento do trabalho maçônico, está em condições de julgar se o pretendente a ele se adaptará ou não.

É preciso dizer-se, de passagem, que a recusa de ingresso a uma pessoa não significa, necessariamente, demérito para a mesma, pois muitas vezes alguém reúne excelentes qualidades, mas, por força de suas atividades não maçônicas, estará impedido de ser um bom Obreiro, como se autodenominam os Maçons, pois não terá condições de freqüência, uma das exigências básicas para que o Maçom mantenha sua regularidade.

Pode ocorrer que não se conheça ou não se saiba ao certo de alguém que seja realmente Maçom.

Aí, a solução é procurar a LOJA MAÇÔNICA da sua cidade ou do seu bairro, informando-se do dia das suas reuniões e, lá, manifestar ao seu Presidente (que é chamado de Venerável Mestre) o seu desejo. Ele dará a orientação necessária.

O RECRUTAMENTO DE NOVOS MAÇONS

A regra básica, na Maçonaria, é a preferência pela QUALIDADE.

Não há, pois, campanhas de angariação de sócios, nem o Maçom deve estar interessado em aumentar o efetivo de sua Loja sem atentar para os detalhes mínimos que são exigidos para alguém ingressar na Maçonaria.

O Maçom é o primeiro juiz quanto ao ingresso de alguém na Ordem Maçônica, pois, muitas vezes, uma pessoa tem todos os requisitos básicos apontados, mas não é altruísta, tolerante, estudiosa, afável no trato, desprendida das coisas materiais e não tem espírito de confraternidade e, em tais casos, é preferível não propô-la à Iniciação, pois fatalmente tal pessoa não será um bom Maçom.

O rigor na seleção deve ser extremo, uma vez que se estará analisando a possibilidade da admissão de um novo participante do Círculo Interior. E necessário, portanto, que só seja admitido aquele que demonstrar, exaustivamente, que apresenta as condições necessárias para participar da Grande Obra e que quer dela participar.

Um antigo Iniciado deparou-se, certa vez, com alguns operários que cavavam buracos, quebravam pedras, transportavam materiais e ferramentas etc. perguntou a um deles o que fazia e a resposta foi: "Estou quebrando pedras". Outro operário, à mesma pergunta, respondeu: "Estamos construindo um edifício"; um terceiro, à mesma pergunta respondeu, por sua vez, com emoção: "Participo da construção de uma belíssima catedral".

Este terceiro operário é aquele de quem a Maçonaria precisa: alguém que perceba o objetivo da Ordem e se emocione com ele. O papel do Mestre apoiador de um candidato é mostrar-lhe o que é a Ordem, o que é esperado de cada Irmão, e avaliar adequadamente a resposta total do candidato.

Não é demais recordar que a palavra "candidato" teve origem na Roma Antiga, onde aquele que postulava a indicação para cargo público se vestia com uma túnica branca ("cândida"), para mostrar a pureza e a elevação de seus propósitos. O candidato a Maçom deverá poder envergar a "cândida" simbólica por ter os mais puros e elevados propósitos e devera mostrar a capacidade de trabalhar para o bem do Homem.

No Evangelho, segundo Lucas (13 - 23,24), está dito:
23 - E alguém lhe perguntou (a Jesus): Senhor, são poucos os que se salvam?
24 - Respondeu-lhes: "Esforçai-vos por entrar pela porta estreita, pois eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão".


Rigorosa, da mesma forma, deve ser a aceitação de um novo Irmão e amigo.



SETE PONTOS A OBSERVAR QUANDO DA INDICAÇÃO DE CANDIDATO

1) Os irmãos consangüíneos não são escolhidos por nós, pelo menos conscientemente, mas os Irmãos da Ordem o são; a indicação deve ser objeto de profunda meditação, considerando que estará sendo indicado alguém para ser Irmão não somente do Mestre apoiador, mas de todos os Maçons do mundo.

Pode ser que um amigo, excelente companheiro para esportes, lazer e vida social, não seja um bom candidato a ser um indicado para admissão, por lhe faltar, sem demérito como pessoa, o perfil básico do Maçom que caracteriza o candidato ideal.

2) O trabalho da Ordem, no grau de Aprendiz, é desbastar a pedra bruta, mas isso não significa que qualquer pessoa possa ser iniciada nos Mistérios. Significa que o candidato em potencial já deve possuir a capacidade de vir a entender o real significado da Iniciação em toda a sua extensão; isto significa que ele deve ser realmente uma pedra e não um torrão de barro que pareça ser uma pedra - trabalhado com maestria, ele deve poder vir a se transformar, pelo auto-conhecimento e aprimoramento de qualidades inatas, em parte do Templo a ser construído.

3) É preferível deixar de admitir um candidato que poderia vir a se tornar um verdadeiro Maçom a correr o risco de admitir um profano que talvez não venha a perceber e praticar em sua totalidade a grandeza dos Princípios da Ordem.

4) Maçom tem a obrigação de ser melhor que o homem vulgar. O candidato já deve apresentar, antes de sua indicação, as qualidades que o tornam superior ao profano comum. Cabe ao Mestre apoiador a responsabilidade de observar e avaliar judiciosamente, e pelo tempo que se fizer necessário, todo o comportamento do candidato em potencial. Se qualquer dúvida surgir quanto a alguma faceta do caráter do profano em observação, a avaliação deve ser imediatamente adiada. Na natureza nada acontece aos saltos; um carvalho demora dezenas de anos para atingir seu porte majestoso porque cresce lenta e continuamente - a indicação de um candidato deve ser produto de um processo semelhante, e a certeza de uma boa indicação deve surgir lenta e seguramente.

5) A Maçonaria só será forte quando formada por homens livres e de bons costumes, íntegros e que façam amar e respeitar a Ordem pelo exemplo de suas qualidades em todos os momentos. Irmãos assim são o resultado de um diligente trabalho da Loja sobre uma "matéria-prima" da primeira qualidade; esta "matéria-prima" é o profano bem indicado para admissão. O Mestre, como artífice, deve selecionar com extremo cuidado a "matéria-prima" para sua obra.

6) Para poder vivenciar e perceber todo o significado da Iniciação, o candidato deve estar em condições físicas, emocionais, financeiras que permitam sua concentração durante a Cerimônia. Se o candidato não apresentar, no momento, essas condições, a indicação deve ser adiada até o momento em que ele as recupere. Da Iniciação deve surgir um novo homem, e toda a Cerimônia propicia este renascimento, mas é necessário que o Iniciante esteja receptivo às forças que causarão a modificação em si próprio.

7) Não basta que o Mestre apoiador conheça algumas das facetas do candidato em potencial. É necessário conhecê-lo em todas as suas facetas, e testá-lo efetivamente, para bem poder avaliar suas reações em situações diversas e adversas. É necessário saber a opinião da esposa ou companheira do candidato em potencial a respeito do ingresso deste na Ordem. É necessário informar adequadamente a respeito dos objetivos da Maçonaria, das obrigações que serão assumidas e das novas responsabilidades. É de todo conveniente que o Mestre apoiador indique obras maçônicas para leitura pelo candidato em potencial, o qual deve estar informado de que da Iniciação surgirá um novo homem, liberto das trevas, e que, portanto é necessária uma longa e cuidadosa preparação. As obras indicadas devem abordar o assunto no grau de superficialidade adequado, para que delas o candidato em potencial retire as informações necessárias ao seu melhor entendimento a respeito da Ordem - mas é necessário que informações mais detalhadas e aprofundadas sejam evitadas para não confundir o até então profano. (Vide Obras Consultadas no final do Post).

A CULTURA NA MAÇONARIA

Ao propor-se o ingresso de um profano, não se deve esquecer ainda, de perscrutar a sua cultura. Também quando se faz uma sindicância, quase sempre se esquece que a nossa Constituição determina que, entre outros requisitos, "a admissão de profanos depende da verificação, na pessoa do candidato, de possuir ele instrução que lhe permita compreender e aplicar o ideal da instituição".

A cultura exigida não é a de anéis de grau ou diplomas em parede, não. Estes são apenas pressupostos de uma condição a ser verificada e confirmada. Não precisamos de seguidores do Culturanismo entre nós, mas temos de exigir que os Obreiros tenham aquilo que os dicionários dizem quando conceituam a expressão "cultura geral": conjunto de conhecimentos fundamentais necessários ao entendimento de qualquer ramo do saber humano, sem que para isso, é claro, o indivíduo tenha o domínio absoluto de cada ciência em particular.

Seria cansativo dizer-se que o semi-analfabeto é mil vezes mais prejudicial que o analfabeto, pois enquanto este, ciente do seu não-saber, se abstém de falar sobre o que não entende, aquele que lê ou entende mal com toda a sinceridade, com toda a boa-fé, defende veementemente um ponto-de-vista falho e deturpador, trazendo o tumulto à discussão, o mal-estar aos que o rodeiam, pois nada lhe podem fazer, já que não estão lidando com um indivíduo mal-intencionado, mas apenas ignorante.

Só o inculto, por outro lado, é fanático; só ele é sectário; só ele é intolerante. Pode-se mesmo afirmar que todo sujeito inculto é fanático, sectário e intolerante, qualidades que reprovam de plano qualquer candidato a ingresso em uma Loja.

"VANTAGENS" DE SER MAÇOM

A Maçonaria não é uma sociedade de auxílio mútuo, embora os Maçons se ajudem, entre si, como de resto têm de ajudar aos necessitados.

Não é um clube para se fazer negócios ou para se angariar clientes ou se obter serviços e utilidades a preços baixos.

Evidentemente, as amizades entre os Maçons acabam pó ensejar relações comerciais, o que não é exclusividade da Maçonaria, pois sempre se procura o médico, o advogado, o engenheiro, o mecânico, nas nossas relações de amizade, em quem, em princípio, se pode confiar.

Não há, também, como muitos pensam, uma "obrigação" de o Maçom, em qualquer circunstância, dar preferência a outro Maçom. Deve-se levar em conta, sempre, os princípios morais e fazer-se justiça. É claro que, entre um desconhecido e um Maçom, outro Maçom prefere este último. Mas isso também não é só na
Maçonaria que ocorre. Em qualquer coletividade os seus membros dão-se preferência, mutuamente, em relação aos estranhos.

Os sinais de identificação dos Maçons não são usados como "gazuas" para abrirem portas fechadas. A retidão de conduta exigida aos Maçons impede, sempre, que um "profano" seja prejudicado por um Maçom, a favor de outro Maçom; a rigor, se um Maçom toma conhecimento de qualquer prejuízo causado por um Irmão a alguém, tem o dever de informar a Loja do fato, para as providências cabíveis.

As "vantagens" de se ser Maçom, portanto, são inúmeras, mas não de ordem meramente material, como muitos pensam. São de natureza moral, filosófica e, principalmente, espiritual.

PODE-SE SAIR DA MAÇONARIA?

Uma das muitas informações erradas que existem sobre a Maçonaria é a de que a pessoa, uma vez ingressando na Ordem, jamais pode dela se retirar.

Nada mais falso. Qualquer um, após se iniciar, pode tranqüilamente deixar a Maçonaria. É claro que ele não deixará de ser um "Iniciado", já que Iniciação não se devolve.

Mas ele se desligará da Loja e não haverá nenhum problema, até porque, como se disse quando se tratou do "Segredo Maçônico", se ele não o descobriu, de nada ficou sabendo.

Há, inclusive, documentação própria, de desligamento, para permitir o retorno do que se afastou, se eventualmente ele desejar voltar à atividade maçônica.

Geralmente, quem ingressa na Maçonaria e depois se afasta, por questões pessoais (falta de tempo, desinteresse do assunto etc.), nem por isso deixa de se considerar Maçom, e, como tal, preserva os conhecimentos que adquiriu para si, mantendo a discrição recomendada.

Mas, se não o fizer, não quer isso dizer que ele irá causar maior prejuízo à Ordem, mesmo porque não se pode conceber que a estrutura da Maçonaria fosse tão frágil que ficasse dependente da leviandade de uma pessoa, de suas inconfidências.

Exige-se do Maçom que mantenha reserva quanto ao trabalho maçônico, aos rituais, mas apenas por uma questão de tradição, pois os ensinamentos maçônicos são ministrados de forma paulatina e é muito raro alguém abandonar a Maçonaria depois de ter recebido tais ensinamentos. Quando muito, a pessoa deixa de estar em atividade plena.

Não fez o Maçom, também, atos reprováveis, que o impeçam de deixar a organização, como pensam os menos avisados.

Por menos que ele se tenha adaptado, por menor que tenha sido o seu aproveitamento nos estudos maçônicos, o Maçom terá sempre, no íntimo, a certeza de que pertence a uma Entidade ímpar, e isso será sempre motivo de satisfação, mesmo que ele, por alguma razão, se afaste dos trabalhos ativos.

Se desejar saber mais sobre o assunto, algumas indicações para leitura são:

- "Como ser Maçom" - de Sylvio Cláudio, da Editora Essinger.

- "Maçonaria Para Leigos e Maçons" - de Wilson Ribeiro, Editora Master Book.

- "A Formação do Maçom na Loja Simbólica" - de Marcos H. de A. Santiago, Editora "A Trolha".

- "A Maçonaria" - de Paul Naudon, Editora Difusão Européia, da Coleção "Saber Atual".

Enfim, meus amigos e leitores, creio ter contribuído para o esclarecimento das questões propostas. Contudo, se ainda restou alguma dúvida, queiram se manifestar seja através do meu e-mail ou mesmo dos comentários. Estarei sempre "à ordem".

T:. Fraternal Abraço a todos e até a próxima, quando deverei trazer mais informações sobre o tema.

Guarda do Templo [5:19 PM]

Comments:

[ Sábado, Abril 16, 2005 ]


À G:.D:.G:.A:.D:.U:.

Olá pessoas, tudo beleza?

Acompanhamos recentemente o passamento do Papa. Muito se tem dito sobre sua vida e sua obra. Há até um movimento para sua canonização, para a qual um grupo exerce pressão para que nem se cumpram com os procedimentos normais, que se estenderiam por um período de mais ou menos cinco anos.

Quando ele esteve aqui em Curitiba, em 1982, eu fui vê-lo passar pelas ruas. Lembro bem que não havia espaço para uma môsca. A multidão se espremia para vê-lo e aplaudí-lo. O carinho de todos por este homem era contagiante, creio que a recíproca também é verdadeira. Impossível não se emocionar. A exemplo disto, vejam o que escreveu o Arnaldo Jabor:

EU NÃO GOSTAVA DO PAPA JOÃO PAULO II
Arnaldo Jabor

Escrevo enquanto vejo a morte do papa na TV. E me espanto com a imensa emoção mundial.

Espanto-me também comigo mesmo: "Como eu estou sozinho!" - pensei.

Percebi que tinha de saber mais sobre mim, eu, sozinho, sem fé nenhuma, no meio deste oceano de pessoas rezando no Ocidente e Oriente. Meu pai, engenheiro e militar, me passou dois ensinamentos: ele era ateu e torcia pelo América Futebol Clube. Claro que segui seus passos. Fui América até os 12 anos, quando "virei casaca" para o Flamengo (mas até hoje tenho saudade da camisa vermelha, garibaldina, do time de João Cabral e Lamartine Babo), e parei de acreditar em Deus.

Sei que "de mortuis nihil nisi bonum" ("não se fala mal de morto"), mas devo confessar que nunca gostei desse papa. Por quê? Não sei. É que sempre achei, nos meus traumas juvenis, que papa era uma coisa meio inútil, pois só dava opiniões genéricas sobre a insânia do mundo, condenando a "maldade" e pedindo uma "paz" impossível, no meio da sujeira política.

Quando João Paulo entrou, eu era jovem e implicava com tudo. Eu achava vigarice aquele negócio de fingir que ele falava todas as línguas. Que papo era esse do papa? Lendo frases escritas em partituras fonéticas...



Quando ele começou a beijar o chão dos países visitados, impliquei mais ainda. Que demagogia! - reinando na corte do Vaticano e bancando o humilde...

Um dia, o papa foi alvejado no meio da Praça de São Pedro, por aquele maluco islâmico, prenúncio dos tempos atuais. Eu tenho a teoria de que aquele tiro, aquela bala terrorista despertou-o para a realidade do mundo. E o papa sentiu no corpo a desgraça política do tempo.

Acho que a bala mudou o papa.

Mas, fiquei irritadíssimo quando ele, depois de curado, foi à prisão "perdoar" o cara que quis matá-lo. Não gostei de sua "infinita bondade" com um canalha boçal. Achei falso seu perdão que, na verdade, humilhava o terrorista babaca, como uma vingança doce.

E fui por aí, observando esse papa sem muita atenção. É tão fácil desprezar alguém, ideologicamente...

Quando vi que ele era 'reacionário' em questões como camisinha, pílula e contra os arroubos da Igreja da Libertação, aí não pensei mais nele... Tive apenas uma admiração passageira por sua adesão ao Solidariedade do Walesa, mas, como bom "materialista", desvalorizei o movimento polonês como "idealista", com um Walesa meio "pelego". E o tempo passou.

Depois da euforia inicial dos anos 90, vi que aquela esperança de entendimento político no mundo, capitaneado pelo Gorbachev, fracassaria.

Entendi isso quando vi o papai Bush falando no Kremlin, humilhando o Gorba, considerando-se "vitorioso", prenunciando as nuvens negras de hoje com seu filhinho no poder. Senti que o sonho de entendimento socialismo-capitalismo ia ser apenas o triunfo triste dos neoconservadores. O mundo foi piorando e o papa viajando, beijando pés, cantando com Roberto Carlos no Rio. Uma vez, ele declarou: "A Igreja Católica não é uma democracia". Fiquei horrorizado naquela época liberalizante e não liguei mais para o papa "de direita".



Depois, o papa ficou doente, há dez anos. E eu olhava cruelmente seus tremores, sua corcova crescente e, sem compaixão nenhuma, pensava que o pontífice não queria "largar o osso" e ria, como um anti-Cristo. Até que, nos últimos dias, João Paulo II chegou à janela do Vaticano, tentou falar... e num esgar dolorido, trágico, foi fotografado em close, com a boca aberta, desesperado.



Essa foto é um marco, um símbolo forte, quase como as torres caindo em NY.

Parece um prenúncio do Juízo Final, um rosto do Apocalipse, a cara de nossa época. É aterrorizante ver o desespero do homem de Deus, do Infalível, do embaixador de Cristo. Naquele momento, Deus virou homem. E, subitamente, entendi alguma coisa maior que sempre me escapara: aquele rosto retorcido era o choro de uma criança, um rosto infantil em prantos! O papa tinha voltado ao seu nascimento e sua vida se fechava. Ali estava o menino pobre, ex-ator, ex-operário, ali estavam as vítimas da guerra, os atacados pelo terror, ali estava sua imensa solidão igual à nossa. Então, ele morreu. E ontem, vendo os milhões chorando pelo mundo, vendo a praça cheia, entendi de repente sua obra, sua imensa importância. Vendo a cobertura da Globo, montando sua vida inteira, seus milhões de quilômetros viajados, da África às favelas do Nordeste, entendi o papa.

Emocionado, senti minha intensíssima solidão de ateu. Eu estava fora daquelas multidões imensas, eu não tinha nem a velha ideologia esfacelada, nem uma religião para crer, eu era um filho abandonado do racionalismo francês, eu era um órfão de pai e mãe. Aí, quem tremeu fui eu, com olhos cheios d´água. E vi que Karol Wojtyla, tachado superficialmente de "conservador", tinha sido muito mais que isso. Ele tinha batido em dois cravos: satisfez a reacionaríssima Cúria Romana implacável e cortesã e, além disso, botou o pé no mundo, fazendo o que italiano nenhum faria: rezar missa para negões na África e no Nordeste, levando seu corpo vivo como símbolo de uma espiritualidade perdida. O conjunto de sua obra foi muito além de ser contra ou a favor da camisinha. Papa não é para ficar discutindo questões episódicas. É muito mais que isso. Visitou o Chile de Pinochet e o Iraque de Saddam e, ao contrário de ser uma "adesão alienada", foi uma crítica muito mais alta, mostrando-se acima de sórdidas políticas seculares, levando consigo o Espírito, a idéia de Transcendência acima do mercantilismo e de ditaduras. E foi tão "moderno" que usou a "mídia" sim, muito bem, como Madonna ou Pelé.

E nisso, criticou a Cúria por tabela, pois nenhum cardeal sairia do conforto dos palácios para beijar pé de mendigo na América Latina. João Paulo cumpriu seu destino de filósofo acima do mundo, que tanto precisa de grandeza e solidariedade.

Sou ateu, sozinho, condenado a não ter fé, mas vi que se há alguma coisa de que precisamos hoje é de uma nova ética, de um pensamento transcendental, de uma espiritualidade perdida.

João Paulo na verdade deu um show de bola.


Guarda do Templo [8:24 PM]

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[ Quinta-feira, Março 10, 2005 ]


À G:.D:.G:.A:.D:.U:.

10/03 - Relacionamento Guru-Discípulo

Meu guru me mostrou como usar o cinzel da sabedoria para fazer de mim um templo digno de receber a Presença de Deus. Cada homem pode fazer o mesmo, seguindo os preceitos de mestres divinamente iluminados.

Paramahansa Yogananda, "Lições da SRF".


"EU VIM"
(Murilo Mendes)

Eu não nasci no começo desse século.

Eu nasci no plano do eterno.

Eu nasci de mil vidas superpostas.

Nasci de mil ternuras desdobradas.

Eu vim para conhecer o mal e o bem.

E para separar o mal e o bem.

Eu vim para amar e ser desamado.

Eu vim para ignorar os grandes e consolidar os pequenos.

Eu não vim construir a minha riqueza.

Não vim construir a minha própria riqueza.

Mas não vim para destruir a riqueza dos outros.

Eu vim para reprimir o choro formidável.

Esse choro formidável que as gerações anteriores me transmitiram.

Eu vim para experimentar a dúvida e a contradição.

E aprendi que é preciso idolatrar a dúvida.

Guarda do Templo [12:17 AM]

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[ Terça-feira, Fevereiro 22, 2005 ]


A G:.D:.G:.A:.D:.U:.

Olá galera, tudo belezinha?

Hoje quero abrir um parêntesis para falar um pouco de um tema que, geralmente é levado em tom de brincadeira e gozação, porém, se nos detivermos um pouco e procurarmos nos informar a respeito, veremos que merece toda a atenção do mundo!

O assunto é super sério, e pesquisadores dedicados estão dando tudo de si (investindo tempo e seu próprio dinheiro), para nos trazer nova luz sobre ele. No entanto, os governos de alguns países ainda teimam em vetar seus arquivos à análise destes pesquisadores, temendo que a divulgação destes dados possa gerar um pânico generalizado na população.

No livro "Confrontos" (Jacques Valée - Editora Best-Seller), o autor assegura: "Os Discos Voadores existem, sua origem extraterrestre é discutível e eles podem se tornar uma ameaça para a humanidade".

Percebam que quem faz estas afirmações não é um mero lunático de plantão que não tem o que fazer. Jacques Vallée é astrofísico, doutor em ciência da computação, pesquisador nos projetos de redes computadorizadas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos! Querem mais? Ele começou a se interessar por UFOs quando testemunhou a destruição de registros sobre objetos desconhecidos em um observatório famoso.

Assim, desejo dar um destaque especial à campanha que o meu amigo Gevaerd (provavelmente o ufólogo mais atuante em todo o território nacional), está encabeçando há já quase um ano. Julgo ser da maior importância à participação nesta, visto que os dados coletados ao longo de aproximados 60 anos de pesquisas rigorosas feitas em todo o mundo, revelam que estamos diante de um fenômeno sério e conturbador.



Faltam poucos meses para o encerramento da campanha que transformará a Ufologia Brasileira. Não fique de fora dessa conquista histórica. Momentos decisivos no início de 2005. Leia mais sobre a campanha. Firme o Abaixo-assinado

CHEGA DE SIGILO AOS DISCOS VOADORES. - Fase 2005

No começo deste ano, encerraremos a campanha nacional UFOs: Liberdade de Informação Já. Assim, em algumas semanas o dossiê contendo o Manifesto da Ufologia Brasileira e o abaixo-assinado da campanha será entregue ao presidente Luís Inácio Lula da Silva e a seu gabinete civil e militar. Será um momento histórico para a Ufologia Brasileira, que se organizou, defendeu a proposta e mostrou que está coesa em torno de um ideal comum. Cerca de 20 mil pessoas já assinaram o manifesto que pede liberdade de informação sobre os UFOs. Se você ainda não o fez, ainda há tempo. Não perca a chance de colocar seu nome na história de nossa Ufologia.

Conhecer a ação de autoridades em relação ao Fenômeno UFO é um direito legítimo e inalienável de cada cidadão brasileiro. Se nosso governo pesquisa o assunto, temos que saber como e quais são seus resultados. Através do movimento UFOs: Liberdade de Informação Já estamos mostrando nossa capacidade de organização ao Governo. A comunidade ufológica nacional está suficientemente amadurecida para requerer a abertura dos arquivos secretos de nossas Forças Armadas quanto às manifestações ufológicas que há mais de 50 anos acontecem e são por elas registradas. Esse fato está exaustivamente provado em mais de 400 páginas de documentos oficiais já obtidos por vias indiretas do Governo Brasileiro.

Ufologia Brasileira nunca mais será a mesma após este movimento. Ela emerge desta campanha fortalecida, mais madura e experiente, mostrando sua capacidade de ação em conjunto, com ufólogos das mais diversas linhas de pensamento falando a mesma língua: a da liberdade de informações e responsabilidade no tratamento do Fenômeno UFO.

Exemplos que não podem ser ignorados e devem ser seguidos

Em nosso continente a pesquisa científica e oficial do Fenômeno UFO já é uma realidade há décadas. No Uruguai, há nada menos que 25 anos, está estabelecida uma entidade oficial de pesquisas ufológicas alojada dentro da Força Aérea do país. Há mais de 8 anos o Chile, em exemplo idêntico, possui uma organização aberta e mista de pesquisas ufológicas sediada em sua Diretoria Geral de Aviação Civil. Esses países são exemplos pioneiros na América Latina em admitir às suas populações que o Fenômeno UFO é coisa séria, importante, que precisa e está sendo por eles investigado. Além dessas nações, França, Espanha, Bélgica, Rússia, China e, mais recentemente, o México admitem abertamente a existência de outras civilizações no universo ¿ inclusive que diversas delas estão há tempos nos visitando e observando nossos passos.

Não podemos ignorar a experiência dos vizinhos e devemos seguir seu exemplo. O Brasil, que tem maior Território, maior desenvolvimento econômico e maior população da América do Sul, pode vir a liderar as outras nações na forma como trata a manifestação ufológica. Isso não é utopia e depende apenas da boa vontade política de nossas autoridades e do incentivo que pode ser dado pela Comunidade Ufológica Brasileira, através do movimento UFOs: Liberdade de Informação Já. Por isso, os ufólogos do país, através da Revista Ufo, conduzem esse movimento com seriedade e determinação, e requerem que o Governo Federal se alinhe com as nações acima citadas, especialmente as de nosso continente, estabelecendo um projeto aberto de investigação ufológica e permitindo que dele tomem parte os pesquisadores civis.

As mudanças que buscamos na Ufologia Brasileira podem surgir desse grande movimento nacional

Vamos á pessoal, coragem!

Sugiro que visitem o site da Revista UFO e leiam com cuidado seus artigos.

E, por favor, repassem este anúncio aos seus contatos, postem nas listas de que participam, publiquem em seus sites e blogs e encaminhem aos jornalistas de suas cidades.

Valeu pessoal, um grande abraço, muita luz e paz de espírito a todos.

Até a próxima.

Guarda do Templo [3:15 PM]

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